Ao que tudo indica, a direcção da FAB, presidida por Paulo Madeira, continua a fazer contactos para apresentar a candidatura e o caderno de encargo à FIBA Afrique, a fim de realizar a competição vencida pela primeira vez em 2002 pelo 1º de Agosto, em Luanda.
Nesse ano os “militares”, equipa mais titulada de Angola e de África, então dirigida pelo técnico português, Mário Palma, deu cartas não só na Taça dos Clubes Campeões Africanos em que soma 11 troféus como também noutras provas nacionais.
O vice-presidente do Interclube, António Kamuloji, reconheceu que o país
tem condições suficientes para acolher o certame, mas defendeu que é
importante ter em conta determinados factores para não condicionar a
prova. “É necessário que se faça um estudo de viabilidade, de modo a que
se organize melhor a fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos,
porque a ideia passa por melhorar a edição passada”, disse o dirigente
da equipa da Polícia Nacional.António Kamuloji acrescentou também que nos últimos dez anos o basquetebol cresceu satisfatoriamente no país, por isso, há necessidade de se realizar mais competições internacionais para dar mais rodagem competitiva aos basquetebolistas angolanos.
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