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Mostrando postagens com marcador Contabilidade. Mostrar todas as postagens
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O Capital

Written By Davé Amândio on sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 | 19:18

O Capital

Na vida quotidiana, quando nos referimos de dinheiro, da riqueza ou de instrumentos de trabalho, estamos em presença de capital. Economicamente falando, o capital é um conjunto de meios de produção aplicados no processo produtivo. É um conjunto de bens móveis e imóveis usados para produzirem outros.
O capital está divido em três partes que são:

* Capital Humanoé aquele que é representado pelo próprio homem.

* Capital cnico: são todos bens utilizados no processo produtivo, e subdivide-se em:

1.Capital Fixo: são todos os bens susceptíveis de várias utilizações no processo produtivo sem a alteração da configuração da sua estrutura, apenas apresentam um desgaste resultante do tempo de utilização.
2.Capital Circulante: são todos os bens incorporados no processo produtivo com o obectivo de obter outros bens.

* Capital Financeiroé o conjunto dos meios financeiros pertencentes à empresa, e encontram-se subdivididos em:

1.Capital Próprio: são todos os recursos financeiros pertencentes à empresa.

2.Capital Alheio: é o conjunto do recursos financeiros à disposição da empresa mas que pertencem à terceiros ou credores.
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Períodos da contabilidade

Written By Davé Amândio on segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 | 17:54

Períodos da contabilidade

A contabilidade surgiu com a evolução do homem, a contabilidade pode ser dividida ou repartida em dois grandes períodos.

Período impérico: é desde os primeiros tempos até 1494
A contabilidade é limitada a capacidade de memória, homem obrigou a registrar as pessoas relacionadas com as suas actividades e valorizar o resultado desta mesma actividade, dos conjuntos destas actividades nasceu espontaneamente a contabilidade.
Neste período o factor contabilístico era registado aleatoriamente, isto de acordo com a experiência de cada um.

Período científico: desde 1494 até os nossos dias.
Este período surgiram as normas e as regras técnicas para se elaborar a contabilidade. Os estudos envolvendo a Contabilidade fizeram surgir três escolas do pensamento contábil: a primeira, chefiada por Francisco Villa, foi a Escola Lombarda; a segunda, a Escola Toscana, chefiada por Giusepe Cerboni; e a terceira, a Escola Veneziana, por Fábio Bésta.
Embora o século XVII tivesse sido o berço da era científica e Pascal já tivesse inventado a calculadora, a ciência da Contabilidade ainda se confundia com a ciência da Administração, e o patrimônio se definia como um direito, segundo postulados jurídicos.Este período está dividido em 3 fases que são:

-Fase legalista (1494-1920): a fase cientifica da contabilidade iniciou em 1494 com o aparecimento da obra Summa de Aritmética, geométrica e proporção do Italiano Luca Pacioli.
Esta obra é distrito pela primeira vez, o celebre princípio das partidas dobradas ( um débito equivalente a um crédito).

-Fase económica (1920-1950):
Depois da primeira guerra mundial verificou-se na Alemanha uma infracção galopante, depois desta contabilidade já não podia oferecer uma imagem válida da situação da empresa.

-Fase informática (1950…): com o desenvolvimento da informática e da internet novos caminhos se abrem para outras ciências técnicas. Actalmente o tratamento lógico e matemático utilize-se com ajuda dos computadores que permitem chegar cada vez mais rápido ao resultado.
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JUROS COMPOSTOS

JUROS COMPOSTOS
    O regime de juros compostos é o mais comum no sistema financeiro e portanto, o mais útil para cálculos de problemas do dia-a-dia. Os juros gerados a cada período são incorporados ao principal para o cálculo dos juros do período seguinte.

    Chamamos de capitalização o momento em que os juros são incorporados ao principal.

Após três meses de capitalização, temos:
    1º mês: M =P.(1 + i)
    2º mês: o principal é igual ao montante do mês anterior: M = P x (1 + i) x (1 + i)
    3º mês: o principal é igual ao montante do mês anterior: M = P x (1 + i) x (1 + i) x (1 + i)
    Simplificando, obtemos a fórmula:
  
M = P . (1 +  i)n

    Importante: a taxa i tem que ser expressa na mesma medida de tempo de n, ou seja, taxa de juros ao mês para n meses.
    Para calcularmos apenas os juros basta diminuir o principal do montante ao final do período:
  
J = M - P

    Exemplo:
   Calcule o montante de um capital de R$6.000,00, aplicado a juros compostos, durante 1 ano, à taxa de 3,5% ao mês.
  (use log 1,035=0,0149 e log 1,509=0,1788)
   Resolução:
   P = R$6.000,00
    t = 1 ano = 12 meses
    i = 3,5 % a.m. = 0,035
    M = ?
  
   Usando a fórmula M=P.(1+i)n, obtemos:
   M  =  6000.(1+0,035)12  =  6000. (1,035)12
    Fazendo  x = 1,03512 e aplicando logaritmos, encontramos:
   log x = log 1,03512    =>   log x = 12 log 1,035    =>   log x = 0,1788    =>   x = 1,509
   Então  M = 6000.1,509 = 9054.
    Portanto o montante é R$9.054,00
  
Relação entre juros e progressões
    No regime de juros simples:
    M( n ) = P + n r P

    No regime de juros compostos:
    M( n ) = P . ( 1 + r ) n
    Portanto:
  • num regime de capitalização a juros simples o saldo cresce em progressão aritmética
  • num regime de capitalização a juros compostos o saldo cresce em progressão geométrica

Já leu sobre juros simples?


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Resolução de exercícios de Juros Simples

1) Um capital aplicado a juros simples durante 2 anos, sob taxa de juros de 5% ao mês, gerou um montante de R$ 26.950,00. Determine o valor do capital aplicado.



  • Resposta Questão 1
Montante (M) = R$ 26.950,00
Tempo (t) = 2 anos = 24 meses
Taxa (i) = 5% ao mês = 5/100 = 0,05
Para determinarmos o capital precisamos fazer a seguinte adaptação:
M = C + J
J = M – C
Substituindo na fórmula J = C * i * t, temos:
M – C = C * i * t
26950 – C = C * 0,05 * 24
26950 – C = C * 1,2
26950 = 1,2C + C
26950 = 2,2C
C = 26950/2,2
C = 12250
Portanto, o capital aplicado foi de R$ 12250,00.

  
  • 2) Uma pessoa aplicou o capital de R$ 1.200,00 a uma taxa de 2% ao mês durante 14 meses. Determine os juros e o montante dessa aplicação.
Fórmula dos juros simples
J = C * i * t
J = 1200 * 0,02 * 14
J = 336
Montante
M = C + J
M = 1200 + 336
M = 1536

O valor dos juros da aplicação é de R$ 336,00 e o montante a ser resgatado é de          
R$ 1.536,00.
  












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Juros Simples e Compostos Conceitos

    Capital
O Capital - é o valor aplicado através de alguma operação financeira. Também conhecido como: Principal, Valor Atual, Valor Presente ou Valor Aplicado. Em inglês usa-se Present Value (indicado pela tecla PV nas calculadoras financeiras).
 
    Juros
Juros - representam a remuneração do Capital empregado em alguma atividade produtiva. Os juros podem ser capitalizados segundo dois regimes: simples ou compostos.

   
JUROS SIMPLES: o juro de cada intervalo de tempo sempre é calculado sobre o capital inicial emprestado ou aplicado.
JUROS COMPOSTOS: o juro de cada intervalo de tempo é calculado a partir do saldo no início de correspondente intervalo. Ou seja: o juro de cada intervalo de tempo é incorporado ao capital inicial e passa a render juros também.

    O juro é a remuneração pelo empréstimo do dinheiro. Ele existe porque a maioria das pessoas prefere o consumo imediato, e está disposta a pagar um preço por isto. Por outro lado, quem for capaz de esperar até possuir a quantia suficiente para adquirir seu desejo, e neste ínterim estiver disposta a emprestar esta quantia a alguém, menos paciente, deve ser recompensado por esta abstinência na proporção do tempo e risco, que a operação envolver. O tempo, o risco e a quantidade de dinheiro disponível no mercado para empréstimos definem qual deverá ser a remuneração, mais conhecida como taxa de juros.

    Quando usamos juros simples e juros compostos?

    A maioria das operações envolvendo dinheiro utiliza juros compostos. Estão incluídas: compras a médio e longo prazo, compras com cartão de crédito, empréstimos bancários, as aplicações financeiras usuais como Caderneta de Poupança e aplicações em fundos de renda fixa, etc. Raramente encontramos uso para o regime de juros simples: é o caso das operações de curtíssimo prazo, e do processo de desconto simples de duplicatas.

    Taxa de juros
    A taxa de juros indica qual remuneração será paga ao dinheiro emprestado, para um determinado período. Ela vem normalmente expressa da forma percentual, em seguida da especificação do período de tempo a que se refere:
8 % a.a. - (a.a. significa ao ano).
10 % a.t. - (a.t. significa ao trimestre).
    Outra forma de apresentação da taxa de juros é a unitária, que é igual a taxa percentual dividida por 100, sem o símbolo %:
0,15 a.m. - (a.m. significa ao mês).
0,10 a.q. - (a.q. significa ao quadrimestre)
 
JUROS SIMPLES

    O regime de juros será simples quando o percentual de juros incidir apenas sobre o valor principal. Sobre os juros gerados a cada período não incidirão novos juros. Valor Principal ou simplesmente principal é o valor inicial emprestado ou aplicado, antes de somarmos os juros. Transformando em fórmula temos:

J = c . i . n

Onde:
J = juros
C = principal (capital)
i = taxa de juros
n = número de períodos
Veja exercícios resolvidos de juros simples e compostos


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Conceitos importantes da Contabilidade

Conceitos importantes da Contabilidade

Curto prazo - todos os bens e direitos realizáveis em moeda ou passíveis de conversão e as obrigações com vencimento até o término do exercício social (ano) seguinte.

OBS.: pode acontecer de a entidade ter o ciclo operacional com duração maior do que o período de 12 meses, dessa forma a classificação como curto ou longo prazo terá por base o prazo desse ciclo.

Longo prazo - todos os bens e direitos realizáveis em moeda ou passíveis de conversão e as obrigações com vencimento após o término do exercício social (ano) seguinte.

Grau de liquidez - é o maior ou menor prazo no qual os Bens e os Direitos podem ser transformados em dinheiro. Ex.: conta Caixa é a de maior liquidez, por já ser dinheiro. Já a conta Veículos é de menor liquidez que a conta Caixa, pois demora mais para se transformar em dinheiro (primeiro precisa-se vender o veículo para depois ter o dinheiro em mãos).

Nível de exigibilidade - é o maior ou menor prazo existente para que as Obrigações sejam pagas. As contas que deverão ser pagas mais rapidamente (curto prazo) têm um maior nível de exigibilidade do que as contas que serão liquidadas (pagas) em um prazo maior (longo prazo).


Realizável - representa tudo o que se pode mudar, converter, transformar em disponibilidade (dinheiro), sendo uma expressão usada no Ativo. Exemplo: uma duplicata de cliente é um direito realizável e em um determinado momento ela se transformará em dinheiro.
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Bens

Bens: são todas as coisas ou bojectos que satisfazem dictamente ou indirectamente as necessidades das pessoas.

Classificação:
         
Os bens classificam-se em:

* Bens livres
* Bens económicos

Bens livres: são os bens que cada um de nós pode utilizar sem ter de entregar moeda ou trabalho em troca. Estes bens existem na natureza numa quantidade superior à necessária para a satisfação de todas as carências dos indivíduos. Ex: ar atmosférico, água do mar, gelo , vento, etc.

Bens económicos: são os bens que o Homem tem de despender um valor monetário ou trabalho para os utilizar. São bens escassos, em que existe um desajustamento entre a quantidade necessária e a quantidade existente desses bens. Ex:alimentos, vestuário, calçados, etc.

Os bens económicos podem ser:

-Bens Móveis

São móveis os bens passíveis de remoção sem dano, seja por força própria ou por força alheia. Ou seja, objetos concretos, palpáveis, físicos, que não são fixos ao solo. Ex.: dinheiro, veículos, móveis, utensílios, máquinas, estoques, animais (que possuem movimentos próprios, semoventes), etc.

-Bens Imóveis

São imóveis os bens que não podem ser retirados de seu lugar natural (solo e subsolo) sem destruição ou dano, ou seja, aqueles que, para serem deslocados, terão de ser total ou parcialmente destruídos (pois são fixos ao solo). Ex.: árvores, edifícios, terrenos, construções, etc.


-Bens Tangíveis

Também chamados de bens corpóreos bens materiais, são tangíveis os bens que constituem uma forma física, bens concretos, que podem ser tocados. Ex.: veículos, terrenos, dinheiro, móveis e utensílios, estoques, etc.
-Bens Intangíveis

Também chamados de bens incorpóreos e bens imateriais, são intangíveis os bens que não constituem uma realidade física e que não podem ser tocados. Ex.: nome comercial (marca), patente de invenção, ponto comercial, o domínio de internet, etc.
              



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Necessidades

Necessidades 

Necessidades: são estados de carências que as pessoas sentem e que desejam ver   satisfeitas.

                             Classificação das Necessidades
Podemos classificar as necessidades quanto:

- À sua importância
 - Ao seu custo
 - Ao facto de vivermos em colectividade
      
As pessoas satisfazem em primeiro lugar as necessidades ligadas à sua sobrevivência (alimentação, saúde, habitação, …) e só depois aquelas que se relacionam com a sua qualidade de vida (transporte, vestuário e cultura) e que não apresentam a mesma urgência na sua satisfação que as primeiras.

- Quanto à sua importância as necessidades são:

Necessidades Primárias: (o que é indispensável) são as necessidades que é necessário satisfazer com prioridade, que asseguram a sobrevivência do ser humano. (alimentação, saúde, vestuário e habitação).

Necessidades Secundárias:(o que é necessário)são aquelas que não ameaçam de imediato a vida das pessoas, relacionam-se com a qualidade de vida, são necessárias mas não são indispensáveis. (transporte e cultura – ler um livro, ouvir um CD, ir ao cinema).
    
Necessidades Terciárias (ou de Luxo):(o que é supérfluo) a sua satisfação pode ser considerada dispensável, estão associadas à ideia de luxo.
Ex: roupa de alta costura, perfumes caros, automóveis de gama alta, bens alimentares de grande requinte.

      - Quanto ao Custo as necessidades são:

Económicas: são as necessidades em que é preciso despender moeda ou outra riqueza, ou ainda a trabalhar para a obter. São relativas a bens escassos.
Ex: alimentação.

Não Económicas: são as necessidades em que não é necessário despender qualquer quantidade de moeda ou de outra riqueza para a satisfazer.
Ex: respiração – o ar não tem custos (recurso ilimitado).

   -Quanto à Vida em Colectividade:

Cada indivíduo sente necessidades próprias, dada a natureza subjectiva de cada um. Mas pelo facto de vivermos em conjunto com outros indivíduos, as necessidades e os anseios dos grupos em que nos encontramos integrados reflectem-se em nós.

 Necessidades Individuais: são aquelas que dizem respeito à própria pessoa, independentemente de viver em colectividade (ex: alimentação).


Necessidades Colectivas: são aquelas que atingem toda a comunidade e resultam da vida social (ex: necessidade de transporte, segurança, justiça, comunicação, etc).
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Funções da contabilidade

Funções da contabilidade

 As funções básicas da contabilidade são, hoje em dia, a do registo dos factos patrimoniais, a do controlo de toda a actividade desenvolvida pela empresa, a da avaliação dos bens por ela produzidos ou armazenados e, por fim, a da previsão, a curto, médio ou longo prazo, dos factos que com ela se relacionam e que podem condicionar a sua actividade.
Procede-se, de seguida, a uma análise sucinta de cada uma destas funções.

Função de registo

É uma das funções primordiais da contabilidade na empresa, isto é, a de registar  todos os factos que provocam alterações no seu património.
   Para a contabilidade poder cumprir esta missão, a empresa deve munir-se de todos os documentos obrigatórios ou facultativos que a tornem apta a fornecer informações claras, precisas e concisas a todos os interessados na sua vida.
   Para que se compri este processo é secessário aempresa possuir alguns documentos que são: o livro de acta, diário geral, razão, inventário e o balanço.
Por isso devemos distinguir a função registo em duas fases:

          a) Fase de montagem da empresa

Nesta fase a empresa deve:
- Escolher os modelos de impressos adequados ao tipo de empresa e às informações que se pretendam obter;
- Coordenar com perfeição o circuito de cada impresso, de modo a haver boa coordenação entre os vários serviços da empresa;

b) Fase de funcionamento

Já em funcionamento, a empresa deve possuir uma contabilidade que registe todos os factos que lhe dizem respeito. Pelos registos deve apurar-se claramente:

*          A situação da empresa, em determinado momento;
*          O resultado obtido em cada exercício.

Função de controlo

  A contabilidade controla a situação económica e financeira da empresa, isto é, através do controlo dos registos, podemos:

*         Apreciar se a situação económica e financeira da empresa é boa ou má;
*         Fazer uma análise sobre a maneira como os resultados foram obtidos;
*         Fazer comparações entre os valores previstos e a realidade conseguida, dando possibilidade à administração de pedir explicações aos responsáveis por quaisquer desvios observados;
*         Os valores obtidos pela empresa com os das empresas similares.



Função de avaliação

A contabilidade avalia os bens que estão na empresa e toda a sua actividade, pois permite:
*         Conhecer, com a maior exactidão possível, os custos por que os produtos ficaram à empresa;
*         Determinar, com base nos preços de custo, os preços de venda dos produtos;
*         Determinar a quantidade, qualidade e valor das matérias a adquirir e a utilizar ou das mercadorias a adquirir;
*         Analisar, comparativamente, a rentabilidade dos trabalhadores da empresa com a das outras empresas similares.

Função de previsão

A contabilidade faz previsão para o futuro da empresa. A previsão é feita com base em docu- mentos chamados orçamentos, elaborados a partir de dados fornecidos pela contabilidade não só da empresa, mas também de outras empresas.


Função de análise

A contabilidade analisa todos os registos da empresa da empresa de forma a tomar decisões mais fundamentadas.


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Divisões da contabilidade

                            Divisões da contabilidade
                                          
  A contabilidade está subdividida em seguintes ramos:


*          Contabilidade Financeira ou Externa (Geral)
*          Contabilidade Analítica ou de Exploração (Custos)
*         Contabilidade pública
*          Contabilidade tributária

             Contabilidade Geral

*         Regista factos patrimoniais que fazem prova perante terceiros;
*         Permite conhecer, em qualquer momento, a situação patrimonial da empresa;
*         Dá a conhecer, período a período, os resultados derivados da exploração, feita nesse espaço de tempo;
*        Possibilita levar a cabo análises de ordem económica e financeira que são importantes auxiliares de gestão da empresa, para se alcançar a melhor rentabilidade;

                   Contabilidade Analítica

*         Fornece oportunamente os custos totais e unitários dos produtos, subprodutos e resíduos resultantes da actividade interna da empresa;
*         Permite hierarquizar responsabilidades no seio da empresa, uma vez que é possível dividi-la em secções, cada uma funcionando como um centro de custos próprio
*         Possibilita levar a cabo estudos de economicidade e rentabilidade não só internos mas também de comparação com outras empresas do mesmo ramo de actividade, permitindo a detecção e correcção de erros ou desvios cometidos na fase da produção;
*         É um precioso auxílio da administração da empresa, habituando-a a tomar decisões mais esclarecidas, rápidas, seguras e eficazes.

       

           Contabilidade pública

Contabilidade pública diz respeito ao registro sistemático das o perações financeiras realizadas por todos os organismos do setor público.
       
 Contabilidade tributária

Também conhecida como contabilidade fiscal, a contabilidade tributária é a área de aplicação das ciências contábeis que tem como objetivo apurar e conciliar a geração de tributos de uma determinada entidade. A contabilidade tributária fornece dados importantes para a apuração de tributos.


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Introdução à contabilidade

                           Introdução à contabilidade

        A  Contabilidade é a ciência que estuda, interpreta e registra os fenômenos que afetam o patrimônio de uma entidade. Ela alcança sua finalidade através do registro e análise de todos os fatos relacionados com a formação, a movimentação e as variações do patrimônio administrativo, vinculado à entidade, com o fim de assegurar seu controle e fornecer a seus administradores as informações necessárias à ação administrativa, bem como a seus titulares (proprietários do patrimônio) e demais pessoas com ele relacionadas, as informações sobre o estado patrimonial e o resultado das atividades desenvolvidas pela entidade para alcançar os seus fins.
 



                                   Objecto da contabilidade

         A Contabilidade tem o patrimônio das empresas como seu objeto de estudo e o seu objetivo é revelar como se encontra e quais os fatores que proporcionaram mutações ao mesmo, fornecendo assim, informações úteis à tomada de decisões.


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Pai da contabilidade

                                        Pai da contabilidade
O desenvolvimento da Contabilidade está associado com o desenvolvimento social, comercial (econômico) e institucional das sociedades. A Itália apresentava tais desenvolvimentos principalmente em torno do século XV, tornando-se conhecida como o berço da Contabilidade.
O início da era científica da Contabilidade ocorre exatamente neste século. O que marca o início desta fase  é a obra de  Luca Pacioli, com seu monumental livro Tractatus de Computis et Scripturis, em  Veneza,  em 1494. A obra de Pacioli  dá início ao que ainda se denomina hoje de Escola Contábil Italiana.

Assim sendo, Luca Pacioli de nacionalidade italiana é considerado o pai da contabilidade. Depois de Pacioli, os que lhe sucederam limitaram-se quase que a copiar o que ele havia escrito. Sua obra, surpreendentemente atual, foi reeditada no século passado a uma linguagem atual por Vicenzo Gitti. Leonardo da Vinci foi seu amigo, companheiro de estudos e colaborador.
              

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